A causa pachanga emprenhou e já pariu. Foi há 3 semanas, num hospital, com epidural e o resultado foi um lindo baby boy (não é por ser meu filho). Mas não foi nada como nos filmes.
Nos filmes as gajas abrem as pernas e tunga, voilá o bacorinho saído das entranhas, branquinho branquinho, nada coberto por sangue e vísceras, de olho aberto e com um choro de bebé de 3 meses. Comigo não foi assim. Escuso de contar os pormenores mas podem imaginar a falta de glamour que tem uma sala de partos. Podem, podem.
Todo o processo (e já passaram 3 semanas) tem sido acompanhado de dores diversas, em variados pontos do meu corpo que nunca tinham doído antes. A vajayjay e as mamas têm sido a piéce de resistence. A vajayjay por razões óbvias e as maminhas, por ter uma pequena criatura a sugar de 3 em 3 horas, que pensa que meus seios são um parque de diversões neonatal.
É claro que tudo isto é secundário quando se olha para a carinha do nosso filho, quando ele ri (apesar de ser um reflexo involuntário nos músculos da cara, a gente gosta de pensar que ele está a rir), quando ele faz mais um progresso e chega, por exemplo, aos 3 quilos. É verdade, sim senhor, uma pessoa fica babada e parva a olhar para ele e a cada dia que passa, gosta mais e mais e mais e mais do petiz. Mas voltemos às dores. As dores. E as histórias das mulheres que pariram em casa e foi em 5 minutos e as que no dia a seguir estavam em pé e as que tudo foi natural e espectacular e sem dores. Sem dores. Foda-se, as putas.
A mim parece-me que quem inventou isto de ter filhos tem um sentido de humor de merda.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 21 de março de 2012
O amor aperta os corações de 8 anos
Sobrinho: tia, tou a ligar-te porque queria perguntar uma coisa.
Tia: diz.
Sobrinho: se tu fosses uma rapariga de 8 anos e fosses falar com um rapaz e depois eu tinha pisado sem querer outra rapariga que eu andava a espiar na escola e depois achas que ela ia contar às amigas e depois...
Tia sem perceber ponta de corno do que o puto tava a dizer: olha, acho que tens de falar com ela e dizer que gostas dela.
Sobrinho: mas...
Tia: meu querido, as miúdas não são simples. são e serão complicadas. aos 8, aos 20, aos 30 e por aí fora. é ter paciência.
Sobrinho: pois... (suspiro profundo) mulheres!
Coitado, não sabe o que o espera.
Tia: diz.
Sobrinho: se tu fosses uma rapariga de 8 anos e fosses falar com um rapaz e depois eu tinha pisado sem querer outra rapariga que eu andava a espiar na escola e depois achas que ela ia contar às amigas e depois...
Tia sem perceber ponta de corno do que o puto tava a dizer: olha, acho que tens de falar com ela e dizer que gostas dela.
Sobrinho: mas...
Tia: meu querido, as miúdas não são simples. são e serão complicadas. aos 8, aos 20, aos 30 e por aí fora. é ter paciência.
Sobrinho: pois... (suspiro profundo) mulheres!
Coitado, não sabe o que o espera.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Decoro
“Learn how to kiss. Now they kiss in another way, like they are devouring each other. They should see how people like Ingrid Bergman and Cary Grant kiss in Notorious. Do they eat each other’s faces? No!”
Sophia Loren
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
questões importantes
pergunto-me muitas vezes quantas pessoas serão apanhadas nas fotos dos radares com o dedo no nariz. quem tem acesso a essas fotos? será possível ao cidadão comum ver esses registos? enfim, coisas que me preocupam.
E a minha vida volta a fazer sentido
o meu novo love to hate. bem sei que cheguei tarde. não me divertia assim desde o vasco campilho.
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